Eu precisava que ele fosse
menos um pouco... menos dentro dele mesmo e mais do mundo. Que tivesse
menos paciência pra ficar atrás da janela e saísse ao sol pra ver o que
acontece. Eu precisava que ele desaprendesse as rebeldias das olhadas de
soslaio e da sua poesia, pra que fosse mais comum e mais fácil de ser
focado pelas minhas lentes. Eu precisava dele amanhecendo, como botão
que se abre em flor sem medo do vento... eu precisava que ele fosse mais meu quando fosse.... e que não desistisse tão fácil de estar nas minhas vontades e urgências.
Poemas, contos, imagens... palavras e silêncios. Mergulhos e naufrágios de AílaSampaio
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CICLO INEVITÁVEL
“Faz tempo, sim, que não te escrevo, ficaram velhas todas as notícias”, disse o poeta num soneto à mãe nos anos 40. A velocidade do temp...

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“Faz tempo, sim, que não te escrevo, ficaram velhas todas as notícias”, disse o poeta num soneto à mãe nos anos 40. A velocidade do temp...
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Finalmente vi, sem dor, teu olhar colher a tarde e o vento cobrir-te do vermelho-alaranjado que desceu do céu. Não eras mais meu... parei ...
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Tu sabes a ordem das estrelas nas constelações e o movimento dos ventos . Sabes tudo das estações e dos climas amenos que ...
Parece algo que pertence ao destino.
ResponderExcluirAbraço do Pedra do Sertão