domingo, 1 de fevereiro de 2015

A vastidão do meu mundo  desenha-se entre as quatro paredes onde me escondo com os meus fantasmas. Do lado de fora, a vida acontece e não espera que as minhas tragédias íntimas tenham fim, para marcar o próximo passo. Fujo, mas, quase sempre, me vejo obrigada a descer as escadas  e ir pra guerra desarmada. O que me amedronta não são as balas nem a iminência da morte. É essa casa desmoronada que me habita; é a incapacidade de erguer novas paredes para recomeçar e sobreviver aos meus enigmas.




Para não te esqueceres

Para não te esqueceres das verdades que me dizias brincando, há as ruas que não mais atravessas comigo, há as casas de muro b...