Sem rasuras


Desejos realizados e desrealizados. Silêncios tumultuados. Vazios repletos. Ser sem a opção de não-ser. O que cansa é esse vai-e-vem de vontades e desvontades, a falta de medida para os sentimentos; é anoitecer sem ter amanhecido... Há de haver um momento em que nada importe ou doa; em que não se sinta nem se seja, em que apenas se escute os passos delicados do tempo, sem rasuras na pele ou na alma.

Aíla Sampaio

Comentários

  1. Texto quadrado...dirão!
    Texto profundo...argumentarão!
    ...Simplesmente um texto...bem estruturado!
    Parabéns!

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  2. Palavras de profunda admiração e grande delicadeza.
    Parabéns pelo blog. Estou seguindo.
    Beijos e ótimo final de semana s2

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