Poemas, contos, imagens... palavras e silêncios. Mergulhos e naufrágios de AílaSampaio
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Sem trégua
Minha vida sempre foi andar de salto alto sobre um varal de incertezas. Nasci em carne viva e com a natureza moldada pro eterno, mas o mundo só me deu o provisório. Nasci pra andar descalça sobre brasas e não emitir um 'ai' sequer; pra ser de paz e dizimar as guerras, mas cedo me vi de armas nas mãos e jogada na luta com uma ordem imposta: ou mata ou morre! Não escolhi... foi minha sina essa morte diária pendurada nos olhos, esse desassossego de ventos a vestir-me na pele da noite, sem dar trégua às minhas tempestades.
Aíla Sampaio
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CICLO INEVITÁVEL
“Faz tempo, sim, que não te escrevo, ficaram velhas todas as notícias”, disse o poeta num soneto à mãe nos anos 40. A velocidade do temp...

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“Faz tempo, sim, que não te escrevo, ficaram velhas todas as notícias”, disse o poeta num soneto à mãe nos anos 40. A velocidade do temp...
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Finalmente vi, sem dor, teu olhar colher a tarde e o vento cobrir-te do vermelho-alaranjado que desceu do céu. Não eras mais meu... parei ...
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Tu sabes a ordem das estrelas nas constelações e o movimento dos ventos . Sabes tudo das estações e dos climas amenos que ...
e como é intenso...
ResponderExcluirbeijo e bom estar por aqui.
Após algum tempo...aqui volto, e te encontro mais poética, mais sensacional, mais única. Um abraço
ResponderExcluirveraportella
:OOOOOO !!!
ResponderExcluir:OOOOOO !!!
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