quarta-feira, 16 de julho de 2014

Do mar que eu via em teus olhos restou apenas o naufrágio...

Aíla Sampaio




O tempo nos obriga a ir e a deixar ir... as pessoas passam, nós passamos. O que fica é a marca do que fomos, a marca do que foram os que amamos e, por alguma razão, tiveram que partir. É, Quintana, "quando chove, tudo faz tanto tempo"... saudades se desenterram e a poesia invade.

Aíla Sampaio

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