Na despedida, ele colocou esperanças desbotadas nos olhos dela, como quem planta uma semente seca em terreno fértil. Nada floresceu além de lembranças encardidas e alguns versos desagasalhados.
Aíla Sampaio
Poemas, contos, imagens... palavras e silêncios. Mergulhos e naufrágios de AílaSampaio
“Faz tempo, sim, que não te escrevo, ficaram velhas todas as notícias”, disse o poeta num soneto à mãe nos anos 40. A velocidade do temp...
Promete, na despedida.
ResponderExcluirMas a partida se despe
Da presença e o amor se encrespe.
O que fica? Nada, a Ida.
O POETA DE MEIA-TIGELA