quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Como se nunca fosse tarde







Ele carregava pássaros nos pensamentos
e andava ao vento como se nunca fosse tarde.
Percorria as avenidas interditadas
dos meus sonhos, sorrateiro e melancólico,
como um poeta que sabe afiar as palavras,
mas gosta mesmo é do silêncio delas.

Eu o amei até a última possibilidade  
de ser feliz sozinha 
em companhia de alguém.  

Aíla Sampaio





Um comentário:

  1. Meu Deus...essa é forte,fez tremer as bases.
    Parabens...
    Tu é demaisssssss Aíla!

    Vera portella

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